OFF - Gerador do Estádio da Tundavala sumiu há oito meses sem deixar rastos 

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Há sensivelmente oito meses depois do desaparecimento do segundo gerador do estádio de futebol da Tundavala, na província da Huíla, sabe-se agora do sumiço das bombas de irrigação da relva do estádio, mas até aqui ainda não houve nenhum pronunciamento dos gestores da infra-estrutura e do Ministério da Juventude e Desporto.

Ontem, este tema foi motivo de debate no programa Treinador de Bancada, apresentado por Osvaldo Bravo, no Canal 2 da Televisão Pública de Angola e soube-se, através dos comentadores, que o Ministério da Juventude e Desporto criou na altura do sumiço dos equipamentos uma comissão de inquérito que até ao momento nada diz sobre a sua conclusão das investigações, daí que se suspeita que o presumível infractor seja alguém que goza de imunidade na província, não se tratando, deste modo, de um anónimo. 

Como disse Paulo Tomás, comentador residente do programa, "muitos são nomeados por conveniência e não por competência. O governador da Huíla podia identificar os infractores e entregar-los à justiça. São por essas e outras é que a nossa selecção de Angola ocupa o 123 do ranking da FIFA", deplorou.

Por sua vez, Manuel Loth avançou defendeu que se faça "uma investigação neutra, compete e imparcial". Já Mane Vieira Dias, apontou como causa a "impunidade no nosso desporto", para as autoridades. "Recomenda-se aos servidores públicos que respeitem os cidadãos e os bens públicos em particular", alertou o comentador.